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Audiência pública debate saneamento básico

Publicado em 15/11/2018 às 11:11 - Atualizado em 15/11/2018 às 11:24

Dois promotores de Justiça, um biólogo, autoridades e população participaram do evento
Créditos: Vanessa Karine Baixar Imagem

Deonir Dalpias (Paulo Dim)

Cerca de 80 descansenses compareceram na noite de ontem, 14 de novembro, na audiência pública que debateu questões do saneamento básico. No Clube SAD, o foco foi conscientizar sobre a preservação do meio ambiente, principalmente, esclarecimentos da regularização das fossas, tratamento do esgoto e como vai funcionar a operação da unidade de tratamento de dejetos humanos.

O evento com participação popular teve a presença de dois promotores de Justiça. Da comarca de Descanso, Rafael Fernandes Medeiros recordou que o Ministério Público (MP) firmou acordo na região para que os municípios providenciassem a regularização do esgoto sanitário, um dos pontos fundamentais para a garantia de saúde à população.

No entanto, os municípios enfrentaram problemas devido aos altos investimentos que precisariam desembolsar. Em Palma Sola, surgiu uma alternativa, unidade semelhante daquela que está localizada na linha Campinas, interior de Descanso. “As famílias precisam colaborar com o processo para que a situação do saneamento básico seja solucionada o mais breve possível”, comentou Medeiros.

O promotor da 3ª Vara da Comarca de São Miguel do Oeste e responsável pela questão ambiental no Ministério Público nos 34 municípios da região, Maycon Hammes, explanou a respeito da mata ciliar, que serve para proteger os rios, dados alarmantes de saúde, importância de preservar a água, maior bem para a sobrevivência dos seres, entre outras questões.

“Sobre a unidade de tratamento de dejetos humanos, os custos serão bem mais acessíveis se comparar com o sistema convencional. Nesse sistema proposto vai ficar na faixa média de R$ 15 mensal (para cada estabelecimento ou residência) em Descanso”, explicou Hammes.

O biólogo e representante da Agência Reguladora Intermunicipal de Santa Catarina (Aris), José Francisco Mora tratou dos custos de operação da unidade. “Os custos foram baseados na microrregional, pois a coleta em Descanso será diferente de Tunapólis em virtude do transporte, por exemplo”. Ele ainda comentou da regularização das fossas e encaminhamentos para que a população possa fazer a adequação depois do diagnóstico a ser feito no perímetro urbano.

O secretário de Administração, Paulo Lauxen, expôs a problemática das fossas e destinos atuais dos dejetos, investimentos aplicados na construção da unidade e termo de cooperação entre os oito municípios.

Avaliação

O prefeito Sadi Bonamigo destacou que a audiência foi importante por trazer informações acerca da preservação do meio ambiente e a solução para os moradores urbanos terem o direito do esgotamento sanitário adequado. “É com a participação das pessoas que se vai construindo um lugar bom de viver”.


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