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vigilânciaepidemiológica
Preocupação com a dengue forçará recolha de materiais que acumulam água no Cemitério Municipal

Publicado em 07/11/2018 às 09:00 - Atualizado em 07/11/2018 às 09:02

O espaço e o clima atual são propícios para a proliferação do mosquito Aedes aegypti
Créditos: Deonir Dalpias (Paulo Dim) Baixar Imagem

Deonir Dalpias (Paulo Dim)

Se o Cemitério Municipal está ornamentado, consequência do Dia de Finados, por outro lado traz um alerta para a Vigilância Epidemiológica Municipal e população em geral. O espaço e o clima atual são propícios para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, Zika vírus e Chikungunya.

Muitos recipientes, responsáveis por fixarem as flores, acumulam água. Em breve visita pela coordenadora do programa de combate à dengue no município, Edilene Lorenski, foram constatados diversos vasos em situação irregular e com plásticos ao redor.

Por orientação da Vigilância Estadual, sabendo que do ovo ao mosquito adulto, o período de desenvolvimento é de poucos dias, Edilene destaca que os materiais em desacordo serão retirados por uma equipe de agentes comunitárias de saúde nesta sexta-feira, 9 de novembro.

“A gente só lamenta em retirar, mas o número de focos aumentou no município e o potencial para a criação do mosquito é muito grande no Cemitério Municipal”, diz a coordenadora.

O Cemitério é um dos pontos estratégicos em que a visita é feita a cada 14 dias por agentes de combate a endemias. Mesmo assim, ela solicita atenção pelos responsáveis e familiares para manter túmulos livres de materiais que venham acumular água.


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